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15 de março de 2012

Rio+20 e a questão da pobreza

Veja publicação da Fundação Banco do Brasil que vai contribuir com propostas para superação da pobreza por meio das tecnologias sociais na Rio+20. Clique aqui e tenha acesso ao documento.
"O conceito de Tecnologia Social na política e gestão de países nas Américas, África e Oceania que - como o Brasil – detém rica sociodiversidade e pluralidade de conhecimentos, técnicas e formas de apropriação da natureza e meio ambiente sustentáveis. Estes conhecimentos e técnicas se expressam como tecnologias implícitas ou tácitas que se irradiam de localidades e territórios. São importantes meios e processos de construção de uma nova ciência e tecnologia para o desenvolvimento sustentável."  Leia+

27 de maio de 2009

Leituras do cartaz eletrônico do Prêmio de Tecnologia Social 2009 da FBB

As inscrições para concorrer ao Prêmio Fundação Banco do Brasil 2009 foram prorrogadas. Mas fiz este post para chamar a atenção para alguns detalhes deste cartaz eletrônico. Na margem direita, segue a informação de que árvores estão sendo plantadas no cerrado para compensar a emissão de CO2 decorrente da realização do prêmio. Outra coisa, as pessoas que formam a flor - são pessoas bem diferentes umas das outras, formando um colorido bonito, alegre, simpático, emotivo. Cada pessoa é uma pólen que, com a brisa, deixa seguir pelo mundo o seu poder multiplicador. Pessoas semeiam idéias. Cada um de nós carrega um conhecimento, um saber e somos responsáveis pela replicação dele. Podemos ir longe, muito longe, se assim quisermos. Basta acreditar. A moblização social também é isso: um indivíduo apresenta uma idéia e leva todo mundo que acredita nela junto. Se você tem uma idéia, acredite! Trabalhe nela, aprimore, experimente uma, duas, três vezes ou mais. Compartilhe. O prêmio de Tecnologia Social é uma oportunidade. Quem sabe você não vai estar lá entre os 8 premiados? Eu estou torcendo!

3 de maio de 2009

Tecnologia para Preservação Linguística


Acho que nunca li uma notícia tão interessante incluindo a FUNAI. A parceria da Fundação Banco do Brasil com a Fundação Nacional do Índio criou uma tecnologia de memória para salvar da extinção 20 línguas indígenas. Imagine você que à época do descobrimento eram 1200 línguas existentes e atualmente são cerca de 180 línguas nativas no Brasil. No Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas Brasileiras estão previstos: acervo digital, dicionário, gramática básica, mídias de divulgação e publicações de natureza científica. Leia mais na FBB.


Para saber mais sobre as línguas indígenas no Brasil, clique aqui.

23 de março de 2009

5ª Edição do Prêmio FBB de Tecnologia Social



Nesta quarta-feira, dia 25 de março, acontece o lançamento de mais uma edição do Prêmio de Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil.

Sobre o Prêmio FBB de Tecnologia Social
O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, criado em 2001, é um prêmio diferente onde quem ganha não são apenas os premiados, mas todos aqueles que adotarem as soluções sociais por ele identificadas, tanto no Brasil quanto no exterior.O Prêmio é o instrumento de identificação e seleção de tecnologias que apresentem respostas efetivas para diferentes demandas sociais e possam integrar o Banco de Tecnologias Sociais.As tecnologias inscritas passam por um processo de triagem, que inclui desde a fase de certificação até à premiação.A certificação garante a inclusão no Banco de Tecnologias e é condição essencial para passar à fase seguinte: a seleção. Em função dos resultados sociais alcançados, mediante critérios estabelecidos no regulamento, a solução pode integrar o grupo das 30 finalistas e habilitar-se a um dos 6 prêmios finais.


Fonte: FBB

4 de março de 2009

Carnaval promovendo cidadania



Fundação BB e Casa da Cultura investem em jovens fluminenses
por Dalva de Oliveira

Cariocas, os compositores Tom Jobim e Vinícius de Moraes já compararam a felicidade do pobre à ilusão do carnaval. Na letra de "A felicidade", ambas se acabam rápido, na quarta-feira de cinzas. É também no Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense, região metropolitana da cidade que concentra grandes problemas urbanos, que o carnaval desponta não apenas como festa passageira, mas como passaporte para a felicidade, quem sabe de uma vida inteira, de jovens entre 14 e 25 anos.
Ali, o projeto Construindo o Carnaval, realizado pelo Centro de Formação Artística e Cultural da Baixada Fluminense (a Casa da Cultura) busca inserir os filhos das comunidades na cadeia produtiva do carnaval. A meta é capacitar 175 adolescentes e jovens em oficinas de corte, costura e modelagem, chapelaria, alegorias e adereços, serralheria e marcenaria, escultura em isopor e resina, modelagem em arame e sapataria. Os cursos, divididos em duas turmas, já estão em funcionamento e têm duração de cinco meses. As aulas da primeira turma começaram em janeiro e as da segunda têm previsão de início para maio.
O projeto é realizado com investimentos sociais de mais de R$ 246 mil da Fundação Banco do Brasil.
"Queremos qualificá-los não só para trabalhar aqui. Eles podem aprender o ofício e praticá-lo também em outras agremiações", afirma o coordenador-geral da Casa da Cultura, Diestéfano Sant'Anna. "É nessa idade que eles procuram se firmar numa profissão, buscando o primeiro emprego", completa.
Trabalho, profissão, lazer - No Construindo o Carnaval, os jovens também participam de atividades culturais, como capoeira, teatro, dança e circo. Para fazer parte do projeto, no entanto, precisam estar matriculados na escola. Um telecentro, instalado na Casa, oferece oportunidade de mais aprendizado por meio de 20 computadores conectados à internet.
Dentro da Casa, os atrativos são muitos, mas o mundo da rua também encanta, acredita o coordenador. "Essa é a idade de maior vulnerabilidade, onde as influências negativas estão sempre por perto, e, para que eles não se percam, a Casa tem a missão de ajudá-los a ter um trabalho e até mesmo uma profissão".
Para que todos se sintam em casa, nenhum esforço é poupado. "Utilizamos todos os meios de comunicação disponíveis para atrair os jovens, como a rádio local, o carro de som e os jornais".
Essas estratégias vêm dando certo. Jéssica Lima da Silva, 14 anos, moradora de São João de Meriti, não quer perder tempo. A estudante da sexta série do ensino fundamental conta que a Casa oferece, além de capacitação, atividades de lazer. "Toda a minha família trabalha com o carnaval e eu quero aprender logo cedo a fazer a mesma coisa para manter a tradição", diz. Jéssica já aprendeu a fazer ornamentos, mas também quer estudar informática e inglês.
Mais informações :
Fundação Banco do Brasil
Gerência de Comunicação e Mobilização Social
Portal: www.fundacaobancodobrasil.org.br
Webjornalismo
Emails: dalva@fbb.org.br; claudia@fbb.org.br
Telefone: (61) 3310.1989
Assessoria de Imprensa
Emails:priscilla@fbb.org.br;
waleska.barbosa.org.br
Telefone: (61) 3310.1967

Fonte: Fundação Banco do Brasil