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20 de janeiro de 2010

Prefeitura do Rio de Janeiro inicia mobilização popular pela limpeza da cidade

(Clique na imagem acima para acessar a página)


Mobilização da população pode ajudar a tornar o Rio
um lugar melhor de se viver


A Prefeitura do Rio de Janeiro lançou um Plano Estratégico com 46 metas de gestão para a nossa cidade até 2012, com o objetivo de torná-la um lugar melhor para se viver. Alem destas metas, o prefeito Eduardo Paes convocou a população para mais um compromisso, que deve ser de todos: a redução do lixo público das ruas em 8% ao ano. A intenção é fazer com que cada carioca se sinta responsável pela sua cidade e demonstre isso em ações concretas e diárias. Para ajudar a mobilizar a população, a Prefeitura criou o hotsite, onde o cidadão pode acessar os resultados dos Lixômetros, espalhados pela cidade, além de informações virtuais específicas sobre o volume de lixo na área em que mora. Com isso, é possível a população verificar como sua comunidade está reagindo a mobilização e, no final, ainda competir por alguns benefícios que a Prefeitura se comprometeu a presentear às áreas que melhor alcançar a meta. Os Lixômetros estão monitorando a evolução do lixo público produzido por dia e por pessoa. Eles estão posicionados em pontos estratégicos da cidade e os resultados do total de detritos de cada uma das 34 Regiões Administrativas (RAs) estão sendo divulgados semanalmente.

O Rio de Janeiro é hoje uma das capitais com maior geração de lixo público do país. São mais de 1.200.000 toneladas de lixo recolhidos anualmente nas ruas e praias da cidade. Para lidar com essa enorme quantidade, a Prefeitura gasta cerca de R$ 250 milhões por ano. Com uma atitude mais responsável e consciente do cidadão carioca, poderíamos reduzir essa quantidade de lixo e esse dinheiro seria aplicado na saúde, na educação ou em obras para a cidade.

28 de novembro de 2009

Professores desconhecem aplicações educativas para redes sociais

Não é apenas no Brasil que falta, aos professores, capacitação para o uso pedagógico das TICs. Grande parte de uma platéia de cerca de 2 mil educadores de vários países, que participam do 5º Congresso Internacional Educarede (realizado na Espanha), não tem conhecimento de como utilizar ferramentas como Orkut, Twitter, em benefício do processo de ensino-aprendizagem. “Essa é uma discussão urgente”, alertou Bernardo Hérnandez González, diretor mundial de Marketing de Produtos do Google. Nunca houve uma distância tão grande, disse ele, entre a realidade cotidiana dos estudantes e aquilo que vivem dentro da escola. A escola, acrescentou, precisa deixar de ser um “mundo à parte”, onde o jovem passa algumas horas, esperando voltar para a “vida real”, com seus vídeos no YouTube, seus amigos online.

Para Zaryn Dentzel, fundador do Tuenti – uma rede social espanhola similar ao Facebook – as redes sociais não são uma “moda passageira”. Mas uma dramática mudança nas formas de comunicação. Os professores precisam experimentar essa inovação, entrar em uma rede, fazer seu perfil, conhecer as funcionalidades, para poder tirar o melhor proveito, afirmou Dentzel. “O Tuenti, por exemplo, não é uma ferramenta de produção de conhecimento. É um meio de disseminação de conteúdos. E é a partir dessa natureza que deve ser usado, como apoio às atividades educacionais”, disse.

Em vez de proibir, a escola deve tutelar o uso das redes, na opinião de González. Por ser uma coisa nova, os pais precisam estar atentos, acompanhar, mas não impedir, disse ele. É ingenuidade, acrescentou Dentzel, achar que eles vão estudar só porque não podem ficar no computador com os amigos: “A motivação para o estudo tem outra origem, deve vir de outro lugar, de um professor criativo, que não dê aulas em mão única”.

Fonte: A Rede